O grande evento esportivo não terminou com uma nota feliz. As vaias dos torcedores italianos dirigidas à seleção argentina e a seu campeão, Maradona, por terem eliminado a seleção italiana, ofuscaram a alegria da finalíssima, e estragaram a última partida. Nessa noite de julho não houve nenhuma “grande fraternidade esportiva” no Estádio Olímpico; o “templo” da Copa do Mundo foi profanado. O jornal Il Tempo, de 10 de julho de 1990, comentou: “Lá no gramado, eles afrontaram o jogo — nas arquibancadas, eles macularam o esporte.”
Um triste final para um acontecimento que alguns esperavam que tornasse o mundo uma “aldeia global”, sem fronteiras, pelo menos por 30 dias. Mas, se o futebol não consegue sequer estabelecer a paz e a harmonia no campo e fora dele, será realístico imaginar que possa influenciar a paz mundial?
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