Como seria de esperar, a agressividade de pais e de treinadores fanáticos acaba contagiando os jovens atletas. Numa partida de vôlei juvenil feminino, os árbitros foram sete vezes agredidos por jogadoras. A garota que foi expulsa numa partida de tênis se vingou vandalizando o carro de uma autoridade. Ao ser repreendido por uma falta cometida, certo lutador do ensino médio deu uma cabeçada no árbitro, nocauteando-o. “Os esportes juvenis eram o último reduto onde ainda prevalecia o espírito esportivo”, diz Darrell Burnett, psicólogo clínico especializado em crianças e em esportes juvenis. “Mas isso mudou. Agora é vencer ou vencer.”
quarta-feira, 30 de junho de 2010
Ganhar a qualquer custo
A causa básica do problema parece ser o desejo de alguns pais de ver os filhos ganhar a qualquer custo. Uma representante do Instituto para a Prevenção do Abuso Infantil no Canadá diz: “Num ambiente em que ganhar é tudo e a pessoa sempre tem de ser o melhor, quem sofre são os mais vulneráveis. E nesses esportes, os mais vulneráveis são justamente as crianças.” Certa autoridade da Associação de Educação Física e de Saúde de Ontário (Canadá) diz que crianças submetidas a essas pressões “podem desenvolver problemas psicológicos numa idade bem precoce. E quando ficam mais velhas, talvez não consigam aceitar que falhem”.
Como seria de esperar, a agressividade de pais e de treinadores fanáticos acaba contagiando os jovens atletas. Numa partida de vôlei juvenil feminino, os árbitros foram sete vezes agredidos por jogadoras. A garota que foi expulsa numa partida de tênis se vingou vandalizando o carro de uma autoridade. Ao ser repreendido por uma falta cometida, certo lutador do ensino médio deu uma cabeçada no árbitro, nocauteando-o. “Os esportes juvenis eram o último reduto onde ainda prevalecia o espírito esportivo”, diz Darrell Burnett, psicólogo clínico especializado em crianças e em esportes juvenis. “Mas isso mudou. Agora é vencer ou vencer.”
Como seria de esperar, a agressividade de pais e de treinadores fanáticos acaba contagiando os jovens atletas. Numa partida de vôlei juvenil feminino, os árbitros foram sete vezes agredidos por jogadoras. A garota que foi expulsa numa partida de tênis se vingou vandalizando o carro de uma autoridade. Ao ser repreendido por uma falta cometida, certo lutador do ensino médio deu uma cabeçada no árbitro, nocauteando-o. “Os esportes juvenis eram o último reduto onde ainda prevalecia o espírito esportivo”, diz Darrell Burnett, psicólogo clínico especializado em crianças e em esportes juvenis. “Mas isso mudou. Agora é vencer ou vencer.”
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário