O que pode ajudar os pais a serem equilibrados nesse assunto? Em primeiro lugar, eles devem lembrar-se do tempo em que eram crianças. Será que conseguiam alcançar um desempenho quase profissional? É razoável esperar isso dos filhos? Afinal, “os filhos são delicados”. (Gênesis 33:13) É importante também ter um conceito saudável sobre ganhar e perder. A Bíblia diz que a rivalidade que foge ao controle é “vaidade e um esforço para alcançar o vento”. — Eclesiastes 4:4.
Certo ex-jogador de uma das principais ligas de beisebol incentiva os pais a serem equilibrados: eles não devem ficar muito aborrecidos quando o desempenho da criança não é bom nem se empolgar demais quando ela ganha. Em vez de dar a entender que ganhar é a coisa mais importante, os pais devem enfatizar que o importante é se divertir e manter um bom condicionamento físico.
Alguns pais chegaram à conclusão de que esportes juvenis organizados tendem a incentivar um espírito de competição que não é nada saudável. Mas nem por isso proíbem seus filhos de participar em atividades esportivas com outras crianças. Muitos pais cristãos descobriram que seus filhos podem se divertir jogando bola com outros cristãos num quintal ou num parque. Isso lhes permite ter mais controle sobre as companhias dos filhos. Passeios em família também são uma boa oportunidade para jogar bola. É verdade que um bate-bola de fundo de quintal talvez não seja tão emocionante quanto fazer parte de um time vencedor. Mas nunca se esqueça de que, no máximo, “o treinamento corporal é proveitoso [apenas] para pouca coisa, mas a devoção piedosa é proveitosa para todas as coisas”. (1 Timóteo 4:8) Mantendo um conceito equilibrado sobre os esportes, você poderá proteger seus filhos de se tornarem vítimas da nova epidemia de violência.
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