domingo, 13 de junho de 2010

A copa do mundo de futebol — esporte ou guerra?

Do correspondente de Despertai! na Itália
A ATENÇÃO do mundo focalizou-se no futebol. De 8 de junho a 8 de julho de 1990, os olhos de centenas de milhões de pessoas ficaram grudados em suas telas de televisão para acompanhar o acontecimento do ano — a Copa do Mundo, realizada na Itália. Uma audiência global de 30.000.000.000 de pessoas assistiram aos 52 jogos do período — isso é seis vezes a população mundial!
Este espetáculo televisivo se tornou possível graças a uma organização de alta tecnologia sem precedentes — um centro de produção de TV que alimentava 147 redes, representando 118 nações, com 180 câmaras de televisão, 38 unidades de produção e 1.500 técnicos. Estavam também presentes aos jogos, realizados em 12 estádios de futebol italianos, 2.515.000 espectadores e 6.000 jornalistas de todas as partes do mundo. Os números, porém, não contam a história toda. A fim de descrever esta gigantesca “fuga da realidade”, como alguns a denominaram, escritores, sociólogos, psicólogos, artistas e até teólogos comentaram o acontecimento.
No entanto, será que a Copa do Mundo contribuiu para a harmonia internacional e para o bom espírito esportivo? Unidas pela sua paixão por tal esporte, será que os milhões de pessoas que assistiram aos jogos via satélite conseguiram superar seus antagonismos nacionalistas naqueles 30 dias? Serviu o futebol como uma força unificadora?
Esporte ou Guerra?

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