Um momento comovente na cerimônia de abertura realizada no Estádio do Barcelona foi quando um menino, com uniforme de jogador, entrou no campo para pôr a bola na marca central. Os olhos de todos se fixavam nele, ao conduzir a bola ao gramado. Para surpresa geral a bola abriu-se e, de dentro dela, voou uma pomba, o símbolo da paz!
Tal idealismo foi logo fulminado no campo de jogo. Como comentou a Gaceta Ilustrada de Madri sobre um jogo: “O jogo mais conturbado: Itália-Argentina. Aos trinta e oito minutos do primeiro tempo, trinta e oito faltas haviam sido cometidas. Uma por minuto.” Se pratica esportes, deseja imitar tal espécie de exemplo? Qual espectador, gosta de assistir a tal tipo de jogo truncado?
A próxima Copa do Mundo está marcada para 1986. Seu mês de paixão futebolística deverá proporcionar tremenda publicidade grátis para o país-sede, bem como vantagens econômicas para alguns. Mas, que dizer do futebol em si? Que rumo está tomando? Haverá um retorno ao futebol limpo e solto, atraente para o público? Ou será que os cada vez maiores estádios ficarão cada vez mais vazios? Será que a paixão pelo futebol diminuirá ou florescerá? O tempo dirá
terça-feira, 1 de junho de 2010
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