Alguns atletas estudantis também sonham em se tornar atletas profissionais. “Eu sonhava em jogar nos campeonatos municipal e estadual, e, por fim, nos times profissionais”, disse o jovem Geraldo. “Via a mim mesmo ficando rico, anunciando muitos produtos, sendo colocado no Museu da Fama, tornando-me um modelo para outros imitarem e saindo com a garota mais linda da escola.”
Não é de admirar, então, que a participação nos esportes, em muitas escolas, seja quase uma urgência de vida ou morte! A diversão e a aptidão física ficam em segundo plano. Como prosseguiu dizendo a revista Seventeen: “Subitamente, vencer sobrepuja as preocupações com a honestidade, com os deveres escolares, com a saúde, com a felicidade e com a maioria dos demais aspectos importantes da vida. Vencer passa a ser tudo, e a pressão aumenta.”
Uma vez prevaleça esta atitude de vencer a todo o custo, não é surpresa que um dilúvio de contusões aflija as competições atléticas nas escolas. A violência por parte dos atletas, dos torcedores e até mesmo dos pais, às vezes acompanha os jogos. E o emprego de drogas que melhoram o desempenho do atleta, tais como os esteróides, está-se tornando amplo até mesmo entre atletas adolescentes.
Assim, ao passo que participar do time talvez lhe traga algumas vantagens limitadas, poderá também gerar um espírito por demais competitivo, fantasias de grande riqueza, e o desejo egotista de glória. Estas coisas são claramente opostas ao conselho da Bíblia de ‘não atiçar competição entre uns e outros’, de não amar o dinheiro e de não buscar glória pessoal. (Gálatas 5:26; Provérbios 25:27; 1 Timóteo 6:10) Participar do time da escola poderia muito bem expô-lo a influências nocivas, de forma bem intensa.
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