Por exemplo, os esportes nos Estados Unidos têm sido chamados de “religião secular positiva”. O psicólogo esportivo David Cox comentou que “existe uma porção de conexões entre os esportes e a definição de religião, fornecida pelos dicionários”. Há “pessoas que tratam os atletas como se fossem deuses ou santos”, acrescentou o Sr. Cox.
Os torcedores fanáticos fazem grandes sacrifícios, devotando tempo e dinheiro ao seu esporte, não raro a um preço pago por sua família. Os fãs chegam a devotar incontáveis horas a ver eventos esportivos na televisão. Eles orgulhosamente vestem as cores de seus times e exibem publicamente emblemas esportivos. Entoam com ardor os hinos e gritam lemas que os identificam como devotos de seu esporte.
Antes duma partida, muitos atletas até mesmo oram pedindo a bênção de Deus, e ajoelham-se em oração de agradecimentos depois dum gol. Na Copa do Mundo de 1986, um craque argentino de futebol atribuiu seu gol à mão de Deus. E, como alguns carolas religiosos, os torcedores fanáticos têm até sido chamados de “fundamentalistas dogmáticos”. Tal fanatismo tem levado a brigas sangrentas, às vezes fatais, entre torcidas rivais.
Similar à religião falsa, a “religião secular” dos esportes tem seus “santos”, suas tradições, suas relíquias e seus rituais para seus seguidores ávidos, mas não acrescenta nenhum significado real ou duradouro à vida deles.


Nenhum comentário:
Postar um comentário