Não foi por não apreciar o futebol profissional. Eu o apreciava. Deliciava-me em jogar contra os melhores jogadores desta nação, confrontando minha perícia com a deles.
Na verdade, trata-se dum jogo duro, e cada ano dezenas de profissionais ficam gravemente feridos. Com efeito, todo ano, um de cada oito jogadores, segundo se afirma, precisa ser operada no joelho. O temor de ficar contundido, porém, não teve nada que ver com minha desistência. Francamente, eu gostava do confronto físico.
Financeiramente, ganhava mais dinheiro, em um só ano, no futebol profissional, do que poderia ganhar em vários anos na minha presente profissão de carpinteiro. E tinha a perspectiva de ganhar muito mais nos anos vindouros.
sábado, 10 de julho de 2010
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário