sábado, 10 de julho de 2010

Algo melhor do que o futebol americano de primeira categoria

Dois jogadores profissionais de futebol americano nos contam o que verificaram ser muito melhor.

HOUVE época em que os esportes eram mais importantes para mim do que comer ou dormir. Eram toda a minha vida. Tendo-me desenvolvido fisicamente a ponto de ter 1,90 metros de altura e pesar mais de 90 quilos, tornei-me bem conhecido no atletismo colegial.

Na faculdade, concentrei-me no futebol americano, jogando como ponta de lança na Universidade da Califórnia em Berkeley. Fui escolhido durante três anos como o melhor jogador da “All Pacific Coast” e, quando veterano, entrei para o time do “Pro-Grid All America”, seleção composta pelos profissionais do futebol.

Daí, em 1973, fui convocado para os “Oakland Raiders”, uma das melhores equipes do futebol profissional. Tive uma primeira temporada bem sucedida. Mas, em 1974, quando larguei o futebol, isso constituiu notícia de primeira página na seção esportiva local. O Chronicle de São Francisco noticiou:

“Um ‘grupo de persuasão’, formado por dois representantes do ‘Raider’ até agora não conseguiu mudar a idéia [dele] . . . Que ele é agora reconhecido como grande jogador é atestado pela urgência dos enviados do ‘Raider’ em tentar convencê-lo a voltar.” — 21 de junho de 1974.

Muitos perguntam: “Por que desistiu? Por que abandonou tão brilhante futuro no futebol?”

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